Seis erros que quebraram uma máquina de verdade, numa manhã só — com a prova de cada um. Nenhum exemplo foi inventado para a aula.
Quatro passos, sempre na mesma ordem. Você vai reconhecer o formato já na segunda aula — e é de propósito: quando a forma é sempre a mesma, sobra atenção para o conteúdo.
O código errado, copiado do arquivo como ele estava. Do jeito que quase todo mundo escreve na primeira vez.
Por que aquilo é perigoso, em português de gente. Sem termo que só serve para parecer difícil.
O código certo, também copiado do arquivo de hoje. Dá para
abrir os dois lado a lado com um diff.
O terminal respondendo. Comando, saída real, e a foto da tela quando ela existe.
A regra que vale para as seis: nenhum exemplo foi inventado para a aula. Cada erro aqui quebrou alguma coisa de verdade, num computador de verdade, num dia com hora marcada — entre 10:00 e 11:09 de 4 de setembro de 2026, fotografado enquanto acontecia.
Das 10:00 às 11:09. Fotografados enquanto aconteciam.
Um scanner achou 1 porta aberta. O sistema respondeu 20.
Um import em qualquer lugar já abria conexão com o banco.
O pior não é quebrar com a senha dentro. É funcionar.
Segredo sem endereço novo volta para o antigo.
No Git não existe apagar. Existe trocar.
Um arquivo sem senha nenhuma dentro — e mesmo assim segredo.
Energia e elétrica. Estudos da pasta "Aulas neon educação".
O TEG não vive de temperatura. Vive da diferença.
Dezesseis gramas de metano viram trabalho numa explosão.
Conexões frouxas geram aquecimento e podem causar derretimento da fiação.