Seis erros de cálculo que estavam nas minhas próprias anotações — e a conta que provou cada um errado. Nenhum exemplo foi inventado para a aula.
Quatro passos, sempre na mesma ordem. Lá o erro estava no código e a prova era o terminal respondendo. Aqui o erro está na conta e a prova é a conta fechando — ou não fechando.
A fórmula errada, copiada da anotação como ela estava. Do jeito que eu vinha usando.
Por que aquilo é perigoso, em português de gente. Sem termo que só serve para parecer difícil.
A fórmula certa, com a unidade escrita e dizendo se é monofásica ou trifásica.
O número fechando. Em elétrica dá para conferir sozinho: se a conta não fecha com a realidade, a fórmula está errada.
A regra que vale para as seis: nenhum erro aqui é inventado para a aula. Cinco estavam escritos nas minhas anotações de elétrica, alguns repetidos em quatro arquivos diferentes, e dois deles se contradiziam na mesma página. O sexto, o do DR, era uma conta que faltava. A conta que aparece em cada prova é a que derrubou o erro.
Uma aula zero sobre o que é corrente, depois três de dimensionamento, duas de proteção, uma de térmica e uma de comando de motor.
O elétron de Bohr não conduz. No fio ele anda a meio milímetro por segundo.
Usei a conta monofásica num quadro trifásico. Errei por 73 %.
Disjuntor tripolar não mede desequilíbrio. Nunca mediu.
Anotei a regra e violei ela duas páginas depois.
Achei que era escolha. São dois números do mesmo aparelho.
Quarenta drivers de LED derrubam um DR sem defeito nenhum.
A legenda dizia 6, a conta usou 68. O motor decidiu quem estava certo.
Anotei o botão de parar como NA. Ele é NC — e quem mantém o motor ligado é o selo.